Como funciona, em uma frase
Em energia e solar, o gargalo raramente é instalar — é conduzir cada cliente por um ciclo longo de qualificação, documentação, agenda e homologação sem deixar um protocolo parar ou um cliente ficar no escuro. O agente não fecha preço, não assina contrato e nunca emite um laudo de engenharia, segurança ou dimensionamento: ele garante que cada lead seja qualificado, cada documento reunido, cada visita confirmada e cada cliente informado — e entrega pra você o que pede julgamento, dinheiro e responsabilidade técnica.Fluxos concretos
1. Qualificar o lead que chega e capturar os dados do local
Gatilho: entra um lead — formulário do site, WhatsApp, e-mail ou indicação — pedindo orçamento de solar, troca de fornecimento ou um novo ponto de energia. O agente lê a mensagem, extrai o que importa — endereço e tipo do imóvel, consumo mensal (kWh ou valor da conta), tipo de telhado ou estrutura, concessionária, prazo desejado — e cria um lead no CRM com os campos preenchidos e o anexo original (foto do telhado, conta de luz) junto. Consulta no Company Brain o que mais é preciso saber pra aquela faixa de consumo e o que costuma travar a proposta, e abre uma tarefa de “qualificar visita” roteada pro técnico certo. Se faltam dados essenciais, o agente prepara uma pergunta objetiva ao cliente — “pra fechar o estudo, consegue mandar a conta de luz dos últimos 3 meses?” — que sai por e-mail ou WhatsApp via Marcus, com a opção de pedir sua aprovação antes de cada envio.Qual consumo justifica visita, qual telhado pede vistoria, qual
concessionária é mais lenta na homologação — isso mora no Brain, não num
formulário fixo. O agente puxa essa régua do histórico que você já ingeriu
e qualifica o lead com o mesmo critério toda vez.
2. Reunir os documentos da instalação ou conexão e montar a pasta
Gatilho: um cliente avançou pra etapa de projeto, ou uma homologação na concessionária exige um conjunto de documentos pra seguir. O agente consulta no Company Brain o checklist do tipo de instalação ou conexão — conta de luz, documento do titular, matrícula ou comprovante do imóvel, projeto, ART/TRT do responsável técnico, formulário da distribuidora — confere o que já chegou e o que falta, e cobra o cliente pelos pendentes, um por um, sem repetir o que já tem. Cada arquivo que chega é arquivado na pasta certa daquele cliente, por etapa, e o conteúdo é ingerido no Brain. Quando a pasta fica completa, o agente abre uma notificação proativa no seu sino: “dossiê do cliente Aurora pronto pra protocolo”.A homologação que atrasa quase sempre travou num único documento que
ninguém cobrou. Transformar o checklist da concessionária numa cobrança
automática, item a item, é o que impede o protocolo de voltar e o cliente
de esperar semanas por um papel que faltava.
3. Agendar visita técnica e instalação com lembretes
Gatilho: um lead foi qualificado e precisa de vistoria, ou um projeto foi aprovado e a obra precisa entrar na agenda da equipe. O agente propõe horários cruzando a disponibilidade da equipe técnica com a janela do cliente, cria o evento no Google Calendar via Composio e confirma com o cliente por WhatsApp ou e-mail. Na véspera, uma rotina dispara o lembrete pro cliente e pra equipe — endereço, o que levar, o que conferir no local. Se o cliente remarca, o agente reabre a negociação de horário e atualiza o calendário e o card no board, sem ninguém refazer a agenda à mão.A visita furada custa um dia de equipe parada. Um lembrete na véspera,
com confirmação ativa, transforma “achei que era amanhã” num “confirmado”
antes de o caminhão sair — e o reagendamento vira um toque, não um buraco
no dia.
4. A rotina que mantém o cliente informado no ciclo longo
Gatilho: uma rotina que o próprio agente agenda varre, a cada poucos dias, os clientes em ciclo aberto — em projeto, em homologação, aguardando troca de medidor, aguardando energização. A rotina levanta quem não recebe notícia há tempo demais e quem teve uma mudança de etapa, e prepara uma atualização honesta pra cada um: “seu projeto foi protocolado na distribuidora em 12/06, prazo médio de vistoria é X dias — te aviso assim que sair”. O disparo sai via Marcus, com aprovação opcional. No fim do dia, a Athena — a chefe de gabinete da organização — junta num digest curto o que avançou, o que está parado, qual protocolo passou do prazo da concessionária e quais clientes foram atualizados, no seu sino e no canal que você usa.O cliente que reclama de solar quase sempre não estava mal atendido — ele
estava sem notícia. Uma rotina que avisa a cada etapa, mesmo quando a
notícia é “ainda está na fila da distribuidora”, segura a confiança num
ciclo que pode levar meses e gerar a indicação que traz o próximo cliente.
O que continua sendo humano
Por onde começar
Suba checklists, clientes e equipamentos para o Brain
Ingira no Company Brain os checklists de documento
por tipo de instalação e concessionária, seus clientes em ciclo aberto e
o catálogo de equipamentos. É daí que o agente puxa a qualificação certa,
a cobrança certa e a atualização honesta.
Deixe o agente qualificar a primeira fila de leads
Conecte um canal e deixe o agente capturar
os leads que chegam, preencher o CRM e cobrar os dados que faltam. Comece
com aprovação humana antes de cada mensagem externa e relaxe conforme ele
acerta.
Agende a varredura de documentos e o digest do ciclo
Crie uma rotina que cobra documento pendente e
outra que avisa cada cliente a cada mudança de etapa. Um agente, uma
cadência, um canal — e a autonomia cresce devagar.
Próximos passos
Comercial
Qualificar lead, conduzir o funil e manter o cliente quente — do qual a
venda de solar é um caso de ciclo longo.
Backoffice
O padrão completo do escritório que sustenta a operação — documentos,
cobranças e o resumo que liga as pontas.
CRM
Leads, pipelines e atividades — onde cada lead qualificado vira um cliente
rastreado de ponta a ponta.
Rotinas
A cobrança de documento e o aviso a cada etapa — proativos, no mesmo
horário, todo dia.